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Cadastro Único em Primavera do Leste: veja onde fazer, atualizar e quais documentos levar

Veja onde fazer Cadastro Único em Primavera do Leste, endereços dos CRAS, telefones, documentos necessários e benefícios como Bolsa Família, BPC e Tarifa Social.

Cadastro Único em Primavera do Leste
Imagem gerada por IA — Cadastro Único em Primavera do Leste

PRIMAVERA DO LESTE/MT — Moradores de Primavera do Leste que precisam fazer ou atualizar o Cadastro Único devem procurar as unidades dos CRAS do município. O atendimento é voltado ao registro das informações familiares usadas para acesso a programas federais, estaduais e municipais.

Em Primavera do Leste, a Prefeitura orienta que o cadastro pode ser solicitado nas unidades de assistência social. O serviço é a base para benefícios como Bolsa Família, BPC LOAS, Tarifa Social de Energia e Tarifa Social da Água, além de programas habitacionais e outras políticas públicas.

Onde fazer o Cadastro Único

As solicitações e atualizações devem ser feitas presencialmente nos CRAS. A seguir, confira os endereços e contatos informados pela gestão municipal:

Unidade Endereço Telefone E-mail Horário
CRAS Jonas Pinheiro Avenida Ângelo Ravanello, nº 336 – Jardim Progresso (66) 3500-4590 cras.jonaspinheiro@pva.mt.gov.br Segunda a sexta, das 7h às 13h
CRAS Ivone Agne Rua Arlindo Cornelli, nº 473 – Parque Eldorado (66) 3500-4565 crasivoneagnepva@gmail.com Segunda a sexta, das 7h às 13h
CRAS Mabilia dos Santos Furtado Rua Cajueiro, nº 903 – Primavera III (66) 3500-4575 cras_pva3@hotmail.com Segunda a sexta, das 7h às 13h
CRAS Mabilia – Extensão Rua da Garça – Bairro Tuiuiú Contato via orientação do CRAS Atendimento como extensão da rede

Para orientação geral, a Prefeitura disponibiliza o telefone (66) 3500-4500, com atendimento de segunda a sexta, das 7h às 13h. Em casos de dúvida sobre horário ou documentos, a recomendação é entrar em contato antes de comparecer.

Quem deve se cadastrar e quando atualizar

O Cadastro Único é destinado principalmente a famílias de baixa renda. Em regra, podem se cadastrar famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Quem tem renda acima desse limite também pode ser incluído quando houver participação em programas que exigem o CadÚnico.

O cadastro não garante automaticamente o recebimento de benefício. Cada programa possui regras próprias de elegibilidade, critérios de renda, composição familiar e análise do órgão responsável.

A atualização deve ocorrer a cada dois anos ou sempre que houver mudanças na realidade familiar. Isso inclui troca de endereço, nascimento, falecimento, alteração de renda, mudança de escola de crianças e adolescentes, entrada ou saída de pessoas na residência, alteração de telefone e mudanças no estado civil.

Documentos e informações exigidas

Para fazer o Cadastro Único, o responsável familiar deve levar documentos pessoais e de todos os moradores do domicílio. A preferência é que o cadastro seja feito por uma mulher da família, mas homens também podem assumir o atendimento, desde que tenham mais de 16 anos.

Os principais documentos solicitados são RG, CPF, Título de eleitor, certidão de nascimento ou casamento, carteira de trabalho e comprovante de endereço atualizado. Também é indicado levar declaração escolar de crianças e adolescentes e o número do NIS, quando já existir cadastro anterior.

O atendimento também reúne dados sobre renda, moradia, escolaridade, trabalho, composição familiar e condições de vida. Para casos em que a família possui renda, a recomendação é apresentar comprovantes, como salários, aposentadorias, pensões, benefícios, rendimentos do trabalho informal ou atividade autônoma.

Benefícios ligados ao CadÚnico

O Cadastro Único é referência para programas como Bolsa Família, BPC LOAS para idosos e pessoas com deficiência, Tarifa Social de energia elétrica e água, Minha Casa Minha Vida, Carteira do Idoso, ID Jovem, Auxílio Gás e Programa Pé-de-Meia. O cadastro também pode viabilizar isenção de taxa em concursos públicos e acesso a ações estaduais e municipais.

A Prefeitura informou ainda que pode haver visitas domiciliares para famílias com dificuldade de locomoção, incluindo idosos, pessoas com deficiência e residentes de áreas mais distantes que não conseguem comparecer. A orientação nesses casos é buscar a unidade de referência ou acionar a assistência social para verificar a possibilidade de atendimento.